Esta foi a maratona da nossa terra, organizada pelo CCE, e que contou com cerca de 400 participantes e que serviu para finalmente reunir todo o pessoal do Sobe e Desce. Ninguém quis perder esta maratona e apresentamos algumas cara novas, ainda que uns rigorosamente equipados com o actual equipamento SDT e os restantes que aguardam a chegada dos novos para o mês que se aproxima onde esperamos no dia 24/05 fazermos novamente a nossa aparição a 100%, mas desta vez todos de uniforme igual no nosso passeio.
Os elementos do SDT presentes foram o Luís Santana, Vítor Catambas, Carlos Merino, Nelson Santos, Jorge Pereira, Pedro Ramalho, Jorge Silva, João Garcia, Marco Lourenço, Pedro Guerra, Daniel Cochicho, Luís Dias, João Dias, Paulo Marques, João Marques, Ricardo André, Carlos Birlo e José Júlio. Apesar de estarmos presentes a 100%, houve pessoal que não se escreveu com o nome de SDT, o que nos fez perder o prémio de maior equipa presente na maratona.
O ajuntamento foi combinado para as 8:00 horas no nosso ponto de encontro habitual (café “O Telheiro”), pois já tínhamos levantado os dorsais no dia anterior. À medida que o pessoal foi chegando deslocamo-nos para o local da partida para a tiragem da foto da praxe, pelas fotografas Lúcia, Vera, Nice e Rosália. Posteriormente também prestaram serviço de abastecimento para o pessoal SDT dos 30/60km, assim como alguns familiares. Antes da partida lá tiramos a foto, onde a estrada se tornou apertada para os 18 elementos presentes.
A partida foi dada 5minutos antes da hora marcada, com o percorrer de uma volta pela cidade, e depois então em direcção ao campo de futebol, onde seria o km 0. Uma das grandes dificuldade que se adivinhava era a lama, pois nos dias anteriores à prova choveu bastante, mas felizmente no dia da maratona fomos premiados com um bonito dia de sol.
Esta maratona contou com 375 bttistas que concluíram a maratona, divididos em dois percursos o 30km (35km) e o 60km (65km). A dificuldade seria a dureza do percurso escolhido pela Serra d’Ossa, principalmente os 60km com muito acumulado de subidas (1500m), e que já tinha sido reconhecido oito dias antes por nós. Qualquer dos percursos foi muito bem escolhido pela sua diversidede paisagística, desde a passagem por sobreiros, descidas muito técnicas, subidas curtas e inclinadas, subidas longas e duras, passagem por zonas mais fechadas pelos eucaliptos, zonas de pinheiros e passagem ao lado de uma barragem com uma vista espectacular, e é claro a subida desde as “ferrarias” até ao castelo de Estremoz, que já tem sido habitual em anteriores maratonas.
Todo o percurso bastante bem marcado e sinalizado, excepção para a entrada em Estremoz e à semelhança do ano anterior o CCE falhou com a falta de pessoal na passagem da estrada nacional, bem como dentro da cidade para alertar os automobilistas que por ela circularam durante a maratona.
Nas zonas de abastecimento não faltava nada, até existia uma promoção a uma bebida energética, que por sinal não era grande coisa.
No final dos 30km onde concluíram 192 participante, a classificação SDT foi a seguinte:
27º J. Garcia; 31º J. Silva; 45º P. Marques; 73º P. Guerra; 99º L. Dias; 116º L. Santana; 160º N. Santos.
Nos 60km com 183 participantes a ordem de chagada do STD: 10º C. Merino; 14º R. André; 27º V. Catambas ; 47º; J. Marques; 51º J. Dias; 63º C. Birlo ; 77º M. Lourenço; 86º J. Júlio; 96 º P. Ramalho; 139º D. Cochicho e 153º J. Pereira.
(ver aqui classificação geral)
Após a chegada do pessoal foi altura de um merecido banho, pois a lama era mais que muita. Depois veio a segunda parte da maratona que era o combate ao almoço, que foi servido na Manuel do Cantinho, onde sentados aguardamos que nos servissem com rapidez uma sopa, lombinhos com batatas fritas e arroz com ervilhas, salada de fruta e claro muito vinho e cerveja. Durante o almoço presenciamos a demonstração de dois grupos de dança e ouvimos a boa disposição da Fátima Gambutas que foi entretendo o pessoal, e onde quase todos os elementos presente na maratona se fizeram acompanhar com as respectivas namoradas/mulheres/filhos e assim formamos no final uma família…, a família SDT, pois é onde somos realmente bons é nas pedaladas do convívio e boa disposição.
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