Esta foi mais a segunda edição da maratona BTT vencer o cancro em Salvaterra de Magos, mais conhecida por terras das lezírias, organizada pelo BTT Clube de Portugal e que através de cada inscrição paga por cada participante fôramos doados dois euros para União Humanitária dos Doentes com Cancro.
Esta maratona contou com mais de oitocentos participantes, que aderiram em massa a esta prova e que fizera render com suas inscrições cerca de 1600€ para a União Humanitária dos Doentes com Cancro, e que contou com alguns nomes bastantes conhecidos do ciclismo nacional, como por exemplo o Vítor Gamito e o Marco Chagas este ultimo que apadrinhou esta iniciativa.
A nossa equipa estremocense não poderia ficar de fora desta iniciativa e apresentou-se nesta cidade ribatejana com o Carlos Bilro, o Carlos Merino e o Pedro Perdigão.
Á chegada fora feito o habitual levantamento dos dorsais rapidamente sem confusões e filas, pois também fomos dos primeiros a chegar, onde as ofertas ficaram um pouco a quem das expectativas… A partida fora as 9 horas e 30 minutos em ponto para os trezentos e um participantes da maratona e meia hora mais tarde partiram os quinhentos e cinquenta e cinco participantes que terminaram a meia maratona, isto tudo após o habitual briefing e a entrega simbólica do dinheiro angariado nesta prova ao responsável pela U. H. Doentes com Cancro. Esta maratona contou com dois percursos, a maratona de sessenta quilómetros, e a meia maratona de quarenta quilómetros ontem estiveram presentes os nossos atletas estremocenses, pois nesta inicio de ano a preparação física não é ainda a melhor.
Ambos os percursos foram comuns e compostos por mais de 70% de piso de areia e em algumas zonas autênticas praias que se tornou mais difícil tecnicamente, onde os e estradões sempre muito longos parecia não mais ter fim, a paisagem fora monótona e triste e por vezes vinha uma brisa de mau cheiro derivado há enorme quantidade de vacarias que existem naquela zona, as subidas foram escassas, e se não se subiu também não se desceu, como prova disso ficou no final apenas um acumulado de cerca de 150metros. Os quilómetros finais foram quase todos feitos por alcatrão, há excepção do quilómetro final numa zona muito saturada de lama/barro. A sinalização/marcação de todo o percurso poderia ter sido melhor, já que muitos participantes acabaram por se enganar.
Há chegada dos nosso atletas estremocenses onde no final o vencedor foi o Vítor Gamito obteram prestações bastantes positivas ficando entre os cem primeiros em mais de meio milhar de participantes sendo e tendo em conta que este tipo de terreno menos favorável aos nossos elementos SDT. Obteram assim as seguintes classificações: 20º Carlos Merino com o tempo de uma hora e quarenta e três minutos; 51º Carlos Bilro com uma hora e cinquenta e nove minutos e em 78º Pedro Perdigão com duas horas e cinco minutos.(ver classificações)
Os banhos foram no complexo desportivo e o almoço servido no restaurante razoavelmente bem sem esperas nem filas, servido em camilhas redondas, na base do despacha, sem tempo para grande concretização pelos bttistas presentes, embora eles também fossem poucos o que foram almoçar, talvez devido há proximidade de suas casas.
Fica a nota positiva para o grande número de participantes bettistas que aderiram a esta causa e a nota negativa para a organização pela fraca verba disponibilizada e doada a esta instituição tendo em conta o que cada participante pagou pela inscrição tirando os dois euros doados não justifica o valor total desta prova.
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Neste mesmo dia o SDT também teve presente em Coimbra na 7ª maratona do Mondego com o João Garcia obtendo a posição 127ª com o tempo de 2 horas e 18 minutos entres os duzentos e cinquenta e oito participantes no percurso dos quarenta quilómetros.
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